quarta-feira, 16 de maio de 2012

OS JUDEUS ITALIANOS E O BRASIL - UM POUCO DE HISTÓRIA (1)

A Comunidade judaica italiana já existe há mais de 2.000 anos, como resultado de correntes migratórias diversas. Mas, a presença dos judeus italianos no Brasil é recente. Esse fato se tornou relevante apenas quando as leis raciais de Mussolini se tornaram obsoletas. Este artigo é sobre a Comunidade Italiana no Brasil e os nomes das famílias que chegaram aqui, expatriados por Mussolini.
por  Anna Rosa Campagnano
Quem São os Judeus Italianos?
A comunidade judaica italiana, que tem mais de dois mil anos de história, formou-se através da união de diversos grupos que chegaram ao país em diferentes épocas. O núcleo mais antigo é o formado pelos judeus que viveram na Itália ainda na época do Império Romano, localizando-se principalmente no centro e no sul da península. Com a chegada dos judeus asquenazitas que, no século 14 deixaram a Alemanha devido à peste negra (1348) e às Cruzadas, indo para o Piemonte e Vêneto; juntando-se com a dos judeus franceses expulsos daquele país entre 1306 e 1394, que foram para o Piemonte, e com os banqueiros judeus italianos vindos de Roma, formou-se um outro núcleo no norte da Itália.  
No final do século 15 e durante o século 16 teve lugar a imigra- ção sefaradita da Espanha (1492) e de Portugal (1497), que direta- mente ou indiretamente, via Holanda ou países muçulmanos, se transferiram para o Estado Pontifício na Itália, especialmente Roma, Ferrara (sob o ducado dos Estensi), Modena, Reggio Emilia e sobretudo Livorno, para onde se dirigiram também os judeus italianos fugidos de Napoles e do sul da Italia conhecidos como Reino das Duas Sicílias, que também estava sob a coroa espanhola.

Alguns judeus chegaram à Itália vindos do império Otomano após a revolução francesa, seja por motivos políticos ou econômicos. Como consequência da 1a Guerra Mundial e com a anexação de Trieste, Gorízia, Merano e Fiume ao Reino da Itália. Chegou à Itália um novo grupo de judeus vindos de outros países, como Corfú, Áus- tria, Alemanha, Hungria e Polônia. Outros judeus, do norte da Euro- pa, refugiaram-se na Itália entre as duas grandes guerras mundiais, fugindo das perseguições nazistas. Para muitos deles, a Itália foi um trampolim para a Palestina e as Américas.
Depois de 1948, com o nascimento do Estado de Israel e as sucessivas guerras árabe-israelenses, os judeus que viviam nos países árabes passaram a ser considerados “inimigos sionistas”. Eles fugiram, e dois mil judeus persas da cidade de Meshad se estabelece- ram em Milão. Entre eles havia também judeus egípcios, descen- dentes da antiga comunidade de Livorno, os quais, por uma lei dos Médici no final do século XIV, foram reconhecidos como cidadãos do Grão Ducado. Depois de séculos, famílias exiladas vindas do Egito de Gamal Abdel Nasser, com base nas antigas transcrições dos registros municipais toscanos, obtiveram a cidadania italiana.
A Itália, apesar de ser considerada por muitos judeus como um país de refúgio, não deixou de perseguir os seus judeus. Uma data fundamental na história desta perseguição foi quando o papa Paulo V, em 1555, publicou a bula Cum nimis absurdum,que obrigou os judeus a morar em bairros separados (guetos) e a usar um sinal que os dis- tinguisse. Esses bairros surgiram em todas as regiões; seja naquelas sujeitas ao Estado da Igreja, seja naquelas nas quais o papado tinha grande influência e naquelas onde os soberanos não tinham força suficiente para contestar a imposição papal. Livorno foi a uma única exceção. Essa segregação durou mais de dois séculos.
A identidade nacional dos judeus italianos formou-se somente durante o Risorgimento, juntamente com o processo de unificação da Península, quando os muros do último gueto foram derrubados em 1870, e Roma foi proclamada capital da Itália.
A história da consciência nacional dos judeus italianos ocorreu ao mesmo tempo que a formação da consciência nacional dos próprios cidadãos italianos, que até aquele momento tinham vivido em vários estados, sob diversas nações estrangeiras. A passagem da condição de judeus italianos a italianos judeus, provocou, em certos casos, o risco de colocar em crise a identidade judaica. Na verdade, desde a unificação da Itália, os judeus se debateram entre assimilação e integração. Um pequeno número de sionistas infiltrou-se entre as divisões internas do judaísmo italiano, propondo um renascimento judaico nacional, político, religioso e cultural. O Sionismo italiano foi elaborado através das idéias de Dante Lattes (1876-1965), escritor e jornalista, que entendia o Sionismo como renascimento nacional judaico; Alfonso Pacifici (1889-1983), advogado, que por sua vez considerava o Sionismo como a redenção de Israel; Enzo Sereni (1905-1944), que pretendia revitalizar a vida judaica italiana, combinando religião, cultura e Sionismo, e que foi o primeiro chalutz italiano na Palestina; e, por fim, Felice Momigliano (1886-1924), filósofo e historiador italiano, que con- siderava o sionismo uma contribuição econômica dos judeus oci- dentais para os judeus orientais, com a finalidade de facilitar sua emigração para a Palestina, pois não eram livres para realizar, em sua pátria, as suas aspirações.

O processo de nacionalização não impediu que os judeus italianos conservassem, ainda que não de maneira homogênea, suas próprias peculiaridades étnicas religiosas. Uma vez emancipados, os judeus italianos tornaram-se espontâneamente patriotas e liberais, pois a Itália liberal lhes assegurava o pleno reconhecimento de seus direitos civís. Eles participaram da 1a Guerra Mundial e, com o advento do fascismo de Mussolini, muitos tornaram-se fascistas, vendo nesse partido apenas um nacionalismo renascido; combateram nas guerras para a conquista da Líbia, da Etiópia e da Eritréia.
No início, Mussolini não se mostrou anti-semita, mas com a aproximação Itália-Alemanha, sua atitude para com os judeus, e em particular com o sionismo, mudou. O primeiro ato público que tornou conhecido o comportamento do Duce para com os judeus, não muito claro até aquele momento, foi a publicação do Manifesto da Raça em 26 de julho de 1938. Esse manifesto foi assinado por conhecidos pensadores fascistas, docentes nas universidades italianas que, sob a égide do Ministério da Cultura Popular, haviam redigido dez proposições que fixavam as bases do racismo fascista. O nono ítem desse decálogo estabelecia que “os judeus não pertenciam à raça italiana”.
Ao Manifesto, seguiu-se a primeira lei anti-semita (R.D.L. de 5 de setembro de 1938, no 1390), expulsando os judeus de todas escolas. Os esclarecimentos sobre quem era judeu de acordo com o fascismo, e um primeiro aperfeiçoamento das leis raciais, foram apresentados no Certificado da Raça que foi aprovado entre 6 e 7 de outubro de 1938.
De acordo com a lei:

  1. a)  é de raça judaica aquele nascido de pai e mãe judeus, ainda que
    pertença a uma religião diferente da religião judaica.
  2. b)  é considerado de raça judaica aquele nascido de pais que sejam
    um de raça judaica e o outro de nacionalidade estrangeira.
  3. c)  é considerado de raça judaica aquele nascido de mãe de raça
    judaica e de pai desconhecido.
  4. d)  é considerado de raça judaica aquele que, mesmo nascido de pais
    de nacionalidade italiana, dos quais somente um de raça judaica, pertença à religião judaica, ou seja, ainda que esteja inscrito em uma comunidade israelita, ou que tenha feito, de qualquer outra maneira, manifestações de judaísmo.
  5. e)  Não é considerado de raça judaica aquele nascido de pais de nacionalidade italiana, dos quais somente um de raça judaica, que, em 1o de outubro de 1938, pertencia a religião diferente da judaica.  
À Carta da Raça, seguiram-se todas as leis raciais que levaram à discriminação dos judeus praticada até a queda do fascismo em 1943, e que, com a invasão da Itália pelas tropas nazistas durante o período da República de Saló, terminou com perseguições e deportações para os campos de extermínio nazistas.
Para poder aplicar as leis promulgadas após a Carta da Raça, a Direção Geral para a Democracia e a Raça do Ministério do Interior (Demorazza), anunciou em 5 de agosto e realizou em 22 de agosto, um recenseamento para saber quantos e quem eram os judeus na Itália. Esse recenseamento mostrou que os judeus italianos eram cerca de 45.270 para uma população de 43.900.000 habitantes (0.1% do total). Desse número faziam parte cerca de nove mil judeus estrangeiros, residentes ou de passagem. 
(Chegada de navio Porto de Santos/SP)
Os judeus italianos reagiram de muitas maneiras a essa repentina mudança de atitude do governo italiano. Alguns argumentaram mostrando a sua participação na historia politica e militar italiana e no partido fascista, e pediam que fossem tratados com benevolencia e não fossem perseguidos. Eram os combatentes, os feridos, os mutilados e os inválidos que haviam participado nas quatro guerras sustentadas pela Itália naquele período: na Líbia, a 1a Guerra Mundial, na Etiópia, na Espanha; as famílias dos judeus fascistas inscritos no partido nos anos de 1919 a 1922 e no segundo semestre de 1924; famílias que tivessem excepcionais, a ser averiguados por uma comissão especial. Essas diferenças, porém, não excluiam o fato de que todos os judeus, 
indiscriminadamente, fossem proibidos de lecionar em toda e qualquer escola. Os que tiveram oportunidade, emigraram para a Palestina, os Estados Unidos ou a América do Sul. 
Verificaram-se, ainda, muitas apostasias (conversões ao Catolicismo) e até mesmo algumas “arianizações” conseguidas com a apresentação de documentos falsos e grandes somas de dinheiro. Alguns optaram por uma outra fuga, o suicídio. O caso mais notório de suicídio foi o de um editor famoso, Angelo Fortunato Formiggini, nascido em Módena, que, após um período de atividade em Gênova, havia se transferido, em 1916, para Roma. A campanha anti-judaica afetou-o profundamente desde o início, levando-o finalmente a planejar seu suicídio, ocorrido em Módena, para onde havia retornado únicamente com esse objetivo; ele atirou-se do alto da Torre della Ghirlandina, na Praça do Duomo. No bolso de seu paletó foram encontrados o bilhete de entrada para a Torre e um cheque de 30 mil liras (para a época, uma grande soma) destinado aos pobres de sua cidade. Ele não desejava que pensassem que havia sido induzido àquela decisão ex- tremada por estar em dificuldades financeiras. Mussolini proibiu que os jornais escrevessem sobre o assunto, mas a notícia espalhou-se da mesma forma, apesar de não ter tido a repercussão que merecia. 
Os judeus restantes adaptaram-se à vida dentro das próprias comunidades e continuaram, apesar do agravamento de suas condições, a ajudar seus irmãos do outro lado dos Alpes que, com o advento de Hitler ao poder, haviam afluído em grande número para a Itália, sem dinheiro e necessitando de ajuda. A DELASEM (Delegazione Assistenza Emigranti), uma sociedade criada para essa finalidade, fornecia aos expatriados o necessário para ficar na Itália ou se exilar. 
Emigração judaica italiana
No Centro Bibliográfico Judaico de Roma, situado no Lungo Tevere Sanzio no. 5, encontrei pastas que contêm as listas de recenseamento atribuidas à Unione delle Comunità Israelitiche Italiane (hoje UCEI), dos anos 38 a 40,1.Ao lado dos diversos nomes estão anotadas as várias transferências, dentro do país e para o exterior, dos judeus inscritos nas varias comunidades da Itália.
Não constam dessas listas aqueles que seguiram a lei proclamada com o Regio Decreto de 30 de outubro de 1930, no. 1731, Titolo I, Articolo 5, assinada pelo rei, Vitor Manuel III, pelo chefe de governo Mussolini e pelo guarda-sinete Rocco.
Deixa de fazer parte da Comunidade quem se converte para outra religião ou declara não mais querer ser considerado israelita de acordo com o presente decreto.
Essa declaração deve ser feita ao presidente da Comunidade ou ao Rabino-Chefe, pessoalmente ou por documento autenticado.
Aquele que deixa de fazer parte da Comunidade de acordo com o inciso primeiro, perde o direito de utilizar as instituições israelitas de qualquer Comunidade; perde, especialmente, o direito à prestação de atos rituais e ao sepultamento em cemitérios israelitas.
Todavia, este artigo não excluiu os judeus que haviam se desligado da comunidade, de ser considerados igualmente judeus para os fins das leis raciais de 1938.
As pessoas e as famílias que vieram para o Brasil, que encontrei nas listas das cidades de onde partiram, são os seguintes:
Ancona  
Carlo Alberto Trevi; Alberto Trevi; Giorgio Trevi; Vittorio Terni; Adriana Terni; Augusta Levi; Valentino Rocca; Edoardo Camiz
Genova 
Giuseppe Amar; Giuseppe Anau; Leonardo Anau; Nissin Augusto Anau; Romolo Bondi; Gino Colombo; Attilio De Benedetti; Arnaldo De Benedetti; Carlo Alberto Levi; Oscar Levi; Giuseppe Moscato; Michele Vitale; Emilio Avigdor; Giorgio Castellini
Milão 
Carlo Franco; Nicoló Frieder; Mario Elio Levi; En- rico Rimini; Bruno Russi
Nápoles 
Carlo Sonnino; Sergio Tagliacozzo
Pádua 
Giorgio Schreiber; Alessandro Seppilli; Renato Salmoni; Alfredo Zuccari
Pisa 
Ivo Faldini
Roma 
Emilio Milla; James Levi Bianchini; Guido Guastalla; Enzo Jona; Davide Isacco Calò; Franco Calò; Sergio Calò
Veneza 
Guido Hirsh
Vercelli 
Renato Pescarolo; Luciana Pescarolo; Alice Co- lombo; Anselmo Nozzi
Verona 
Mario Artom; Mariuccia Colombo
Nomes de famílias que emigraram para o exterior, sem especificação de destino, e que estão no Brasil:
De Benedetti; Guastalla; Pontecorvo; Terracini; Treves; Ventura
Muitos dos imigrantes mantiveram seus registros nas comunidades e continuaram a pagar as contribuições.
Faltam-nos dados sobre muitas comunidades, inclusive a grande comunidade de Livorno, e aqueles obtidos são incompletos.
Os judeus emigraram desde 1938, ou seja, desde a proclamação das leis raciais, até junho de 1940, quando a Itália entrou em guerra. Após essa data, a emigração tornou-se praticamente impossível, seja devido à cessação do serviço de navios italianos e estrangeiros par- tindo dos portos italianos para as Américas, seja pelas dificuldades, sempre maiores, em obter os vistos de trânsito.
Segundo dados do Ministério do Interior, desde o final de 1938 até 15 de novembro de 1941 teriam saído da Itália, 7.304 israelitas.
Os italianos judeus no Brasil
Em 1938, quando se iniciou o êxodo dos judeus italianos, o governo do Brasil, sob a presidência de Vargas, ainda era fascista e os vistos de entrada eram submetidos a controles severos. De fato, só era permitida a entrada a “pessoas úteis”, que trouxessem benefícios eco- nômicos para o país. Já havia sido instituida uma lei que estabelecia a necessidade de apresentação, para obter o visto de entrada, das “cartas de chamada” de cidadãos ou parentes residentes no Brasil. Isso levou, inevitavelmente, à compra de cartas falsas. Além disso, duran- te o período ditatorial de Vargas (1937-1945) e com a criação do “Estado Novo”, inspirado no fascismo, o governo emitiu uma série de Circulares Secretas, destinadas às missões diplomáticas, aos consu- lados, às autoridades de imigração e de polícia, com a finalidade de regulamentar a entrada de estrangeiros de origem semita no território nacional. O êxito dessa política restritiva dependia em grande parte do zêlo dos agentes brasileiros no exterior.
A restrição à imigração judaica colocou o Brasil em posição muito delicada no exterior. De fato, os Estados Unidos e a Inglaterra solicitaram ao governo brasileiro que tratasse da questão judaica com menos rigor.
Os judeus italianos que conseguiram emigrar para o Brasil, aqui encontraram um ambiente italiano predominantemente fascista. Os descendentes dos imigrantes que haviam chegado desde o final do sé- culo 19, fugindo da miséria na Itália, haviam se sentido novamente valorizados com o fascismo, contando com o apoio de uma pátria poderosa na qual Mussolini tentava reviver as glórias do Império Ro- mano. Ser fascista tornou-se para eles um fator de prestígio pessoal. Tornando-se fascistas eles adotavam também, com uma certa levian- dade, as idéias anti-semitas.
A presença dos judeus italianos antes de 1938 foi insignificante, sendo composta quase que exclusivamente por pequenos comerciantes, mas com alguns nomes de destaque como Lattes, Levi e Mayer. Contudo, o fluxo migratório causado pelas leis raciais não foi muito numeroso: talvez uma centena de famílias, das quais mais de setenta vieram para São Paulo, totalizando 400 pessoas. Os judeus italianos se auto-definiram “A Colonia Mussolini”, para sublinhar o caráter involuntário da escolha migratória. Esta foi quase sempre casual, ligada ao fato da obtenção de um visto após cansativas peregrinações por vários consulados. O mundo do trabalho os acolheu favoravelmente e quem utilizou em larga escala a sua presença foi a família Matarazzo, que empregou muitos imigrantes judeus. Também as universidades e institutos de pesquisa ofereceram trabalho aos profissionais judeus italianos; entre os mais importantes podemos citar o professor Tullio Ascarelli, professor de direito na Universidade de São Paulo, o advogado penal Enrico Tullio Liebman, e Giorgio Mortara, professor de estatística, que trabalhou no IBGE do Rio de Janeiro.


(Famiglia Armando DiSegni)

Os judeus italianos não sentiram necessidade de fundar uma sinagoga própria como haviam feito os judeus de outras nacionalidades, mas frequentaram no início a sinagoga mais antiga de São Paulo, chamada Templo Israelita Brasileiro do Rito Português Ohel Yaacov, hoje Sinagoga da Abolição e, depois, a Congregação Israelita Paulista (CIP).

Através do casamento, os judeus italianos se assimilaram aos ashkenazitas e sefaraditas, e a maior parte deles não transmitiu aos próprios filhos e netos a cultura italiana, às vezes nem sequer a própria lingua. Nas entrevistas que realizei, poucos demonstraram saudades da Itália, devido à traição da mesma para com eles, que se consideravam italianos acima de tudo. Disso são testemunha vários livros de memórias, na maior parte não publicados, dedicados a transmitir a história da família para as gerações futuras.
O número de sobrenomes judaico-italianos que constam das listas dos cemitérios do Butantã, Vila Mariana e dos Protestantes, é superior ao encontrado nas listas italianas e, com exceção de três sobrenomes, as datas das mortes são posteriores a 1945, data do fim da guerra.

Nota
1 número 7l A - B - C, Movimento Inventário no 8.188.800 
fonte: http://www.ahjb.org.br/pdf/jornal_may00.pdf

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